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terça-feira, 21 de maio de 2013

"Estratégias para derrotar o governo da Presidente Dilma" ou seria o povo?


Acompanhamos cotidianamente nos noticiários de TV e com mais freqüência na internet em especial nas redes sociais, uma enxurrada de ataques ao governo federal. Até aí nada de mais, afinal, se a pessoa ou grupo de pessoas é contrário ao governo, a manifestação é livre. O problema é quando os fatos, as “denúncias” são apenas mentiras inventadas para confundir. Uma coisa é denunciar os erros e possíveis abusos cometidos pelo governo, outra bem diferente é inventar, caluniar com a intenção de ferir e ou manchar a reputação de alguém ou instituição.

Para tentar explicar esse comportamento, penso que primeiro é preciso fazer uma constatação política dos embates entre governo e oposição. Pelos resultados das últimas eleições no país, nos estados e municípios é perfeitamente possível observar que os partidos de oposição PSDB, DEM e PPS estão fragilizados e perdem espaço a cada eleição. Os motivos são simples, eles não reúnem força política tal qual reúne o PT e seus aliados. A oposição não reúne condições éticas e morais para questionar o atual governo. Qualquer comparação deste governo com o anterior ou os anteriores, a superioridade do atual é disparada. Nesse campo eles não querem fazer o enfrentamento político. A opção que sobra para a oposição, e tem sido essa a sua tática, é atuar através da mídia conservadora e monopolista.

Analisemos como foi tratada a questão da variação do preço do tomate. Ele entrou na pauta como se fosse um indicador econômico. Isso ele não é, passou apenas por um período de entre safras, faltou no mercado e o preço subiu porem, logo normalizou. Outra questão de destaque na mídia foi à violência infanto-juvenil. Foi uma enxurrada de matérias, depoimentos, capas de jornais e revistas retratando a violência como exclusividade da juventude pobre, caracterizada como violenta e um perigo para as classes médias. Excluíram qualquer debate ou opinião que levasse em consideração aspectos sociais, culturais e econômicos. Responsabilizaram apenas os jovens, esconderam a falta de políticas públicas para a juventude e o não cumprimento do Estatuto da Criança e do Adolescente por todas as esferas governamentais.

Alguns atos de violência foram explorados ao máximo e beiraram ao histerismo. Com qual objetivo? Primeiro é para assustar a população, causar insegurança e medo, pois assim fica mais fácil controlar. Segundo, condenar quem já está condenado, punir os sem família, sem escola e sem trabalho. O modelo social da atualidade só aceita quem pode ser um bom consumidor, quem não se enquadra deve ser apagado, retirado de circulação. É uma tragédia, mas é assim mesmo que alguns partidos, jornais, revistas e emissoras querem resolver o problema da segurança em nosso país.

Recentemente a invenção de que seria criado o programa “Bolsa prostituta” de autoria de uma deputada do PT do Espírito Santo e que seriam destinados R$ 2 mil mensais para cada uma que trabalhasse na copa. Depois a des-"informação" maldosa de que o programa bolsa família pagaria um valor adicional no dia das mães e que seria o último pagamento do programa. Que tipo de pessoa é capaz de fazer isso?  Com que objetivo? Seria para fragilizar o governo? Como pode uma atitude de tamanha irresponsabilidade, querer criar um clima de pânico e terror. Pra quê? Para tentar ganhar as eleições no ano que vêm? Desse jeito? É uma pena que isso ainda ocorra. Mas isso tudo, nós sabemos, é uma prática comum no Brasil. A disputa pelo poder já teve vários golpes de Estado. Os conservadores sempre usaram de todos os meios para voltar ao poder. Por que seria diferente desta vez? 

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